Mais um "desafio" daqueles que não costumo responder, mas como é sobre livros... vamos lá a ver...
"Fazer uma lista com 10 livros [não contei os meus...] que gostei especialmente, que me marcaram de algum modo e que me recordo assim sem perder muito tempo a pensar nisso, sem ordem ou prioridade".
- O livro da minha vida é "História da Gaivota e do Gato que a Ensinou a Voar" do Luis Sepulveda.
- Os três romances históricos que mais me marcaram foram "O Último Cabalista de Lisboa" - todos os livros de Richard Zimler foram de alguma forma muito marcantes -, "A Sombra do Vento" de Carlos Ruiz Zafon e "O Físico" de Noah Gordon (que chega esta semana aos cinemas).
- "Uma aventura na cidade" da Ana Maria Magalhães e da Isabel Alçada foi o primeiro livro com muitas páginas que li... sem conseguir parar...
- O livro juvenil mais giro que já li foi "O Livro Misterioso" da Margarida Fonseca Santos.
- Também me marcaram muito "As Velas Ardem Até ao Fim" de Sándor Márai e "O Leitor" de Bernhard Schlink (detestei o filme...).
- O melhor livro que li recentemente foi "O Desejo de Ser Inútil" de Hugo Pratt.
- Os livros de poesia de Sophia de Mello Breyner Andresen são extremamente estéticos e belos, para além de abordarem o tema do Mar.
- Tenho um tremendo fascínio por "Os Lusíadas" de Luís Vaz de Camões.
O Mar, Livros, Escritores e Bibliotecas são os temas de sempre... Era suposto nomear 10 amigos para o mesmo desafio, mas quem queira que responda!
Muito recentemente li "O Japão é Um Lugar Estranho" de Peter Carey e "Histórias de Londres" de Enric González, ambos da editora Tinta-da-China, e não gostei especialmente de nenhum deles... o primeiro, porque não me identifico com a cultura japonesa relacionada com os livros Manga (e muito menos os filmes Manga) e o segundo, porque já estava farta de ler sobre os políticos britânicos.
Estou mesmo a terminar o livro que traz de volta essa "gigantesca" personagem que é Hercule Poirot em "Os Crimes do Monograma", escrito não por Agatha Christie mas por Sophie Hannah. Este livro acabou de ser lançado e eu não resisti em trazê-lo comigo. Será de certeza um sucesso, nem que seja pela curiosidade dos leitores saberem como Sophie Hannah se saiu nesta façanha de dar vida a Poirot e continuação à maior escritora de policiais de todos os tempos... Achei giro. Li há tantos anos um policial de A.C. que sei lá fazer comentários comparativos. A propósito de A.C., o seu melhor livro é sem dúvida o hilariante "Na Síria" também da Tinta-da-China.