Não suporto sms com bocas e recados enigmáticos... quem tiver alguma coisa para me dizer que agarre no telefone, ou escreva por e-mail, e que me convide para um café ou um chá em qualquer lugar quieto.
De outra forma mais vale silenciarem-se. Eu não me vou angustiar como noutros momentos. Sei bem o que não quero. E não quero falta de frontalidade na minha vida, bocas e recados. Acabou-se esse tempo.
Algo que muito menos quero é servir de caixote do lixo emocional como me deixei ser antes e jamais ter a reciprocidade de me perguntarem como estou? Será que estou bem? As maluqueiras da minha saúde (ou falta dela) têm-me atentado? Por onde ando? O que tenho feito? Muitas coisas giras para fazer e tal? A família tem-me atentado o juízo?
Se calhar sim, se calhar não... ou umas sim e outras não... e tal...
Não cometam o erro de presumir que sabem o que sou ou o que ando a fazer por me lerem em blogs...
O meu recado triste fica dado. Quem quiser que o apanhe!
Podem dizer à vontade que eu tenho mau feitio. É que tenho mesmo quando me atiram bocas e recados, muito mais enigmáticos.
Agora vou, porque tenho e terei sempre muito que fazer, mesmo que esteja deitada no sofá de corpo imóvel...