Há momentos na vida que o coração fica de tal forma Amargurado
que só há duas soluções:
ou vivemos congelados
ou tomamos uma atitude para deixar partir a amargura.
As consequências só ao futuro pertencem.
Medo de quê?
De nos sentirmos mais sós do que já estamos afogados no Amargo?
Tenho estado numa estranha dualidade entre o alívio e o luto.
A Vida agora será renovada e cheia das dores próprias das renovações.
Mas não Amarga... Isso nunca!