22.9.16

Escrever que me faz falta








é um acto de liberdade o qual não consigo permitir-me...
Estou presa e sufocada aos meus terrores de um qualquer futuro desconhecido com laivos de sério péssimismo...

Aguardo para mudar cá dentro, dentro do meu fundamental silêncio para respirar a liberdade que tenho, mas não sinto.

Estou de luto. Estou de luto por algo terrível que me fiz passar, que foi uma violência pessoal enorme e que poderá ter utilidade profissional fundamental. Só o futuro que tanto temo o dirá.